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	<title>XDuvidas Onlines..</title>
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		<title>Nobel da Paz</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 21:22:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[O Nobel da Paz]]></category>

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		<description><![CDATA[O Nobel da Paz é um dos cinco Prémios Nobel, legado pelo inventor da dinamite, o sueco Alfred Nobel. Os prémios de Física, Química, Fisiologia/Medicina, Literatura e Economia são entregues anualmente em Estocolmo, sendo o Nobel da Paz atribuído em Oslo. O Comité Nobel norueguês, cujos membros são nomeados pelo Parlamento norueguês, tem a função [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Nobel da Paz</strong> é um dos cinco Prémios Nobel, legado pelo inventor da dinamite, o sueco Alfred Nobel. Os prémios de Física, Química, Fisiologia/Medicina, Literatura e Economia são entregues anualmente em Estocolmo, sendo o Nobel da Paz atribuído em Oslo. O Comité Nobel norueguês, cujos membros são nomeados pelo Parlamento norueguês, tem a função de escolher o laureado pelo prémio, que é entregue pelo seu presidente actualmente o ex-primeiro ministro, ex-ministro dos negócios estrangeiros, ex-presidente do Stortinget (parlamento) e actual Secretário-Geral do Conselho da Europa Sr. Thorbjørn Jagland.</p>
<p>Actualmente há um sexto prémio: o Nobel da Economia também atribuído pela Academia Real das Ciências Sueca. Este prémio instituído em 1968, comemorando o 3º centenário do Banco Central da Suécia (Sveriges Riksbank) é oficialmente designado “Pris i ekonomisk vetenskap till Alfred Nobels Minne (Prémio em ciência económica à memória de Alfred Nobel).</p>
<p>Na altura da morte de Alfred Nobel, a Suécia e a Noruega estavam em União desde 14 de janeiro de 1814, pela qual o parlamento sueco ficava responsável pela política internacional, estando o Stortinget (Parlamento norueguês) apenas encarregado da política interna norueguesa. (A União desfez-se de uma forma pacífica a 13 de Agosto de 1905). Alfred Nobel decidiu, assim, que fosse a Noruega a decidir o laureado pelo Nobel da Paz, de forma a prevenir a influência de poderes políticos internacionais no processo de atribuição do Nobel.</p>
<p>De acordo com a vontade de Alfred Nobel, o prémio deveria distinguir &#8220;a pessoa que tivesse feito a maior ou melhor acção pela fraternidade entre as nações, pela abolição e redução dos esforços de guerra e pela manutenção e promoção de tratados de paz&#8221;.</p>
<p>Ao contrário dos outros prémios Nobel, o Nobel da Paz pode ser atribuído a pessoas ou organizações que estejam envolvidas num processo de resolução de problemas, em vez de apenas distinguir aqueles que já atingiram os seus objetivos em alguma área específica. É, portanto, um prémio Nobel com características próprias.</p>
<ul>
<li class="toclevel-1 tocsection-1"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nobel_da_Paz#Laureados"><span class="tocnumber">1</span> <span class="toctext">Laureados</span></a>
<ul>
<li class="toclevel-2 tocsection-2"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nobel_da_Paz#1901_.E2.80.94_1925"><span class="tocnumber">1.1</span> <span class="toctext">1901 — 1925</span></a></li>
<li class="toclevel-2 tocsection-3"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nobel_da_Paz#1926_.E2.80.94_1950"><span class="tocnumber">1.2</span> <span class="toctext">1926 — 1950</span></a></li>
<li class="toclevel-2 tocsection-4"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nobel_da_Paz#1951_.E2.80.94_1975"><span class="tocnumber">1.3</span> <span class="toctext">1951 — 1975</span></a></li>
<li class="toclevel-2 tocsection-5"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nobel_da_Paz#1976_.E2.80.94_2000"><span class="tocnumber">1.4</span> <span class="toctext">1976 — 2000</span></a></li>
<li class="toclevel-2 tocsection-6"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nobel_da_Paz#2001_.E2.80.94_2009"><span class="tocnumber">1.5</span> <span class="toctext">2001 — 2009</span></a></li>
</ul>
</li>
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		<title>Barack Obama</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 19:14:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nobel da Paz]]></category>

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		<description><![CDATA[44° Presidente dos Estados Unidos da América Barack Hussein Obama II (Honolulu, 4 de agosto de 1961) é um advogado e político dos Estados Unidos, o quadragésimo quarto e atual presidente do país, desde 20 de janeiro de 2009, e o Nobel da Paz de 2009. Sua candidatura foi formalizada pela Convenção do Partido Democrata [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span class="image"><img class="aligncenter" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/f/f9/Obama_portrait_crop.jpg/190px-Obama_portrait_crop.jpg" alt="Barack Obama" width="190" height="253" /></span><br />
<strong><span class="mw-redirect">44</span>° <span class="mw-redirect">Presidente dos Estados Unidos da América</span> <span class="image"><img class="thumbborder" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a4/Flag_of_the_United_States.svg/20px-Flag_of_the_United_States.svg.png" alt="Flag of the United States.svg" width="20" height="11" /></span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span class="image"><br />
</span></strong></p>
<p><strong>Barack Hussein Obama II</strong> (Honolulu, 4 de agosto de 1961) é um advogado e político dos Estados Unidos, o quadragésimo quarto e atual presidente do país, desde 20 de janeiro de 2009, e o Nobel da Paz de 2009. Sua candidatura foi formalizada pela Convenção do Partido Democrata em 28 de agosto de 2008.</p>
<p>Até então, era senador pelo estado de Illinois. Obama foi o primeiro negro (afro-americano no contexto estadunidense) a ser eleito presidente estadunidense,.[2][3] Foi também o único senador afro-americano na legislatura anterior. Barack Obama também é canhoto, assim como alguns presidentes dos Estados Unidos como: Gerald Ford, Ronald Reagan, George H. W. Bush e Bill Clinton.[4]</p>
<p>Graduou-se em Ciências Políticas pela Universidade Columbia em Nova Iorque, para depois cursar Direito na Universidade de Harvard, graduando-se em 1991. Foi o primeiro afro-americano a ser presidente da Harvard Law Review.</p>
<p>Obama atuou como líder comunitário e como advogado na defesa de direitos civis até que, em 1996, foi eleito ao Senado de Illinois (Órgão integrante da Assembléia Geral de Illinois, que constitui o poder legislativo local), mandato para o qual foi reeleito em 2000. Entre 1992 e 2004, ensinou direito constitucional na escola de direito da Universidade de Chicago.</p>
<p>Tendo tentado, em 2000, eleger-se, sem sucesso, ao Congresso dos Estados Unidos, anunciou, em janeiro de 2003, sua candidatura ao Senado dos Estados Unidos. Após vitória na eleições primárias, foi escolhido como orador de honra para a Convenção Nacional do Partido Democrata em julho de 2004. Em novembro, foi eleito Senador dos Estados Unidos pelo estado de Illinois com 70% dos votos. Em 4 de janeiro de 2005 assumiu o atual mandato, o qual tem duração até 2011.</p>
<p>Como membro da minoria democrata no período entre 2005 e 2007, ajudou a criar leis para controlar o uso de armas de fogo e para promover maior controle público sobre o uso de recursos federais. Neste período, fez viagens oficiais para o leste europeu, o oriente médio e África. Na atual legislatura, contribuiu para a adoção de leis que tratam de fraude eleitoral, da atuação de lobistas, mudança climática, terrorismo nuclear e assistência para militares americanos após o período de serviço. Recebeu o prêmio Nobel da Paz em 2009[5].</p>
<p><strong>Biografia</strong></p>
<p>Barack Hussein Obama II[6] nasceu em 4 de agosto de 1961 em Honolulu, no estado americano do Havaí, filho de Barack Obama, Sr., um economista queniano, nascido em Nyang’oma Kogelo, distrito de Siaya, Quénia e de Ann Dunham, antropóloga americana, branca, nascida em Wichita, no estado do Kansas, Estados Unidos. Seus pais conheceram-se enquanto frequentavam a Universidade do Havaí em Manoa, onde seu pai era um estudante estrangeiro.[7]</p>
<p>Eles separam-se quando Obama tinha dois anos de idade, divorciando-se em seguida.[8] Seu pai retornou ao Quênia, encontrando-se com o filho apenas mais uma vez antes de falecer em um acidente de automóvel em 1982, quando seu filho Obama tinha vinte e um anos.[9]</p>
<p>Após o seu divórcio, Ann Duham casou-se com o indonésio Lolo Soetoro. A família mudou-se para o país natal de Soetoro em 1967, tendo Obama frequentado escolas em Jakarta até os dez anos de idade. Ele então retornou para Honolulu para morar com seus avós maternos. Em Honolulu, frequentou a escola Punahou, desde a quinta série do ensino elementar americano, em 1971, até a graduação no ensino secundário, em 1979, com 18 anos.[10]</p>
<p>A mãe de Obama retornou ao Havaí em 1972, quando o filho tinha 11 anos, lá permanencendo por muitos anos. Voltou à Indonésia por alguns períodos para o desenvolvimento de trabalho de campo. Ela defendeu tese de doutoramento em antropologia pela Universidade do Havaí em 1992. Faleceu de câncer nos ovários em 1995, quando Obama tinha 34 anos.[11]</p>
<p>Já adulto, Obama admitiu ter usado cocaína, maconha e álcool durante o ensino médio, tendo classificado, em evento na atual campanha eleitoral como seu maior erro do ponto de vista moral.[12]</p>
<p>Após concluir o ensino secundário, com 18 anos, Barack Obama mudou-se para Los Angeles, onde estudou no Occidental College por dois anos. [13] Em 1981, com 20 anos, transferiu-se para a Universidade de Columbia, em Nova Iorque, onde graduou-se 2 anos depois em ciência política, com especialização em relações internacionais.[14] Seu pai faleceu neste período. Obama obteve o título de bacharel de artes em 1983, com 22 anos, quando foi trabalhar por um ano na empresa Business International Corporation, hoje parte do grupo que publica a revista The Economist[15] e em seguida para a organização sem fins lucrativos New York Public Interest Research Group.[16][17]</p>
<p>Após quatro anos na cidade de Nova Iorque, Obama mudou-se para Chicago com 24 anos, para trabalhar como agente comunitário entre junho de 1985 a maio de 1988 como diretor da Developing Communities Project (DCP), uma associação comunitária religiosa originalmente composta por oito paróquias católicas, na região da grande Roseland (Roseland, West Pullman, e Riverdale) ao sul de Chicago.[16][18] Nos seus três anos como diretor da DCP, sua equipe passou de 1 para 13 pessoas e seu orçamento anual cresceu de 70 mil dólares para 400 mil dólares, tendo conseguido, entre outros resultados, auxiliar :</p>
<p>* a criação de um programa de educação para o trabalho,<br />
* a criação de um programa de mentoria para a preparação para o estudo universitário, e<br />
* o estabelecimento de uma organização de defesa dos direitos de inquilinos na região de Altgeld Gardens, em Chicago.[19]</p>
<p>Obama também trabalhou como um consultor e instrutor para a fundação Gamaliel, um instituto que dá consultoria e treinamento para associações comunitárias.[20] Em meados de 1988, com 27 anos, ele viajou pela primeira vez para a Europa, onde permaneceu por três semanas, indo em seguida ao Quênia, onde permaneceu por cinco semanas, lá encontrando-se pela primeira vez com alguns de seus parentes.[21]</p>
<p>Obama ingressou na escola de direito de Harvard no final do mesmo ano de 1988. Ao final do seu primeiro ano na escola, foi escolhido como editor da revista Harvard Law Review, em função das suas notas e de uma competição de redação.[22] Em seu segundo ano na escola, foi escolhido presidente da revista, uma posição voluntária de tempo-integral, assumindo as responsabilidades de editor-chefe e supervisionando a equipe de 80 editores.[23] A eleição de Obama como primeiro presidente afro-americano da revista teve ampla cobertura jornalística, sendo objeto de longas reportagem sobre ele.[23] Ele obteve o título de doutor em direito por Harvard em 1991, com 30 anos, graduando-se com louvor. Retornou então para Chicago onde já havia trabalhado, inclusive nos períodos de férias de verão de 1989 e 1990, para os escritórios de direito Sidley &amp; Austin e Hopkins &amp; Sutter, respectivamente.[22][24]</p>
<p>Em 1992, casa-se com Michelle Obama.</p>
<p>A publicidade associada à sua eleição como primeiro afro-americano presidente da Harvard Law Review resultou em um contrato e adiantamento para que ele escrevesse um livro sobre questões relacionadas à raça.[25] Em um esforço para contratar Obama para o seu corpo docente, a escola de direito da Universidade de Chicago ofereceu a ele uma posição em pesquisa e um escritório onde poderia trabalhar no seu livro.[25] Ele planejara terminar o livro em um ano, no entanto a tarefa consumiu muito mais tempo à medida que evoluiu para um livro de memórias. A fim de trabalhar sem interrupções, Obama e sua esposa, viajaram para Bali, onde passou meses escrevendo. O manuscrito foi finalmente publicado como Dreams from My Father em meados de 1995, quando Obama estava com 34 anos.[25]</p>
<p>Obama dirigiu a iniciativa Project Vote em Illinois entre abril e outubro de 1992. O projeto, voltado para o registro de eleitores, contava com 10 funcionários e 700 voluntários. Ele atingiu seu objetivo de registrar 150 mil dos 400 mil afro-americanos não registrados do Estado, motivando a revista Crain&#8217;s Chicago Business a incluir, em 1993, Obama na sua lista de líderes promissores com menos de 40 anos.[26][27]</p>
<p>Obama ensinou direito constitucional na escola de direito da Universidade de Chicago por doze anos.[28]</p>
<p>Em 1993, Obama juntou-se à firma Davis, Miner, Barnhill &amp; Galland, um escritório de direito composto por 12 advogados especializado em casos de direitos individuais e desenvolvimento econômico de vizinhanças, atuando como advogado associado por três anos, entre 1993 e 1996. Entre 1996 a 2004 possuiu o título de Counsel, posição de maior independência, não tendo porém atuado entre 2002 e 2004.[16][29]</p>
<p>Em 1992, Obama foi membro fundador da mesa diretora da organização sem fins lucrativos Public Allies, renunciando ao cargo antes de sua esposa tornar-se a primeira diretora executiva da Public Allies, Chicago, no início de 1993.[16][30] Entre 1993 e 2002, foi membro da mesa diretora da fundação filantrópica Woods Fund of Chicago, que, em 1985, foi a primeira fundação a financiar o trabalho de Obama no DCP. Participou da mesa diretora da fundação Joyce entre 1994 e 2002..[16] Entre 1995 e 2002 atuou na mesa diretora do Chicago Annenberg Challenge, tendo sido fundador e presidente.[16] Participou também da mesa diretora das seguintes organizações: Chicago Lawyers&#8217; Committee for Civil Rights Under Law, Center for Neighborhood Technology, e Lugenia Burns Hope Center.[16]</p>
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		<title>Adriane Galisteu</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 21:03:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Apresentadora de televisão estampa a capa da edição de aniversário da revista masculina que chega às bancas no dia 09. Se você é fã de Adriane Galisteu e está contando os dias para ver seu mais recente ensaio nu, saiba que a loira promete que vai valer a pena esperar. Leia Mais Adriane Galisteu, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 250px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-F-L6sgrQaWc/TjqcaM1zhbI/AAAAAAAABEY/NZe6zwq9oNc/s320/galisteu.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5636989857545029042" border="0" /></p>
<p><em>Apresentadora de televisão estampa a capa da edição de aniversário da revista masculina que chega às bancas no dia 09.</em></p>
<p>Se você é fã de Adriane Galisteu e está contando os dias para ver seu  mais recente ensaio nu, saiba que a loira promete que vai valer a pena  esperar.</p>
<p><em>Leia Mais</em></p>
<p><a rel="bookmark" href="http://novohamburgo.org/site/noticias/cultura/entretenimento-cultura/2011/05/23/playboy-adriane-galisteu-o-retorno/" target="_blank"><strong>Adriane Galisteu, o retorno!</strong></a></p>
<p><iframe frameborder='0' height='1' id='bookmark' marginheight='1' marginwidth='1' name='bookmark' scrolling='no' src='http://www.avioesonline2011.blogspot.com' width='1'/></iframe>
<p>Durante entrevista coletiva nesta nesta terça-feira, dia 02, a  apresentadora de televisão falou sobre a edição especial de 36 anos da  Playboy, que vai às bancas na próxima semana &#8211; 09 de agosto -, com ela  estampando a capa.</p>
<p>&#8220;Estou em uma fase gostosona, engordei 16 quilos durante a gravidez  e, depois, emagreci 12&#8221;, avalia Galisteu, ao comparar o ensaio atual com  o primeiro que fez para a revista masculina, em 1995. Disse ainda que a  maternidade lhe fez muito bem por deixá-la com mais curvas. &#8220;Quatro  quilos é mais do que eu acho ideal, mas estão bem distribuídos e só  tenho recebido elogios.&#8221;</p>
<p>Tanto a modelo, quanto o fotógrafo J. R. Duran ficaram mais  satisfeitos com o segundo ensaio. &#8220;Repetimos praticamente a mesma equipe  do primeiro ensaio e isso permitiu também que eu ficasse mais à  vontade. Na minha opinião, e na do Duran, este está realmente mais  bonito&#8221;, revela a loira.</p>
<p><strong>DEPILAÇÃO -</strong> A polêmica foto em que aparece se  depilando com uma lâmina &#8211; incluída no ensaio anterior &#8211; também teve  destaque na coletiva. &#8220;Em 95, Duran sugeriu fazer uma foto em que eu  estivesse em um momento íntimo e eu topei a ideia. Não sabíamos que iria  causar tanta polêmica&#8221;, explica. &#8220;E é claro que fizemos um repeteco  nesta edição, pois somente eu e Duran poderíamos repetir a agora tão  famosa cena.&#8221;</p>
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		<title>Rubens Barrichello</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Aug 2009 14:50:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formula 1]]></category>
		<category><![CDATA[Rubens Barrichello]]></category>

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		<description><![CDATA[Primeiros anos de carreira Barrichello conquistou cinco títulos brasileiros de kart, sendo considerado imbatível na época, e foi competir na Europa. Foi campeão da Fórmula Opel em seu ano de estréia, 1990, com seis vitórias, sete pole positions e sete voltas mais rápidas. No ano seguinte foi campeão da Fórmula 3 inglesa, pela equipe West [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> <img src="http://4.bp.blogspot.com/__WWGLjstPZM/SpFWZBaQSmI/AAAAAAAAGQc/oHfiTZWgmmc/s400/rubens1.jpg" border="0" alt="" width="150" height="225" align="left" />Primeiros  anos de carreira</strong><br />
Barrichello conquistou cinco títulos brasileiros de kart, sendo considerado  imbatível na época, e foi competir na Europa. Foi campeão da Fórmula Opel em seu  ano de estréia, 1990, com seis vitórias, sete pole positions e sete voltas mais  rápidas. No ano seguinte foi campeão da Fórmula 3 inglesa, pela equipe West  Surrey Racing, derrotando David Coulthard. Aos dezenove anos foi então para a  Fórmula 3000 na qual terminou em terceiro lugar na classificação geral.</p>
<p><span id="more-20"></span></p>
<p><strong>Carreira na Fórmula 1</strong></p>
<p><strong>1993-1996: Jordan</strong></p>
<p>Em 1993 iniciou sua carreira na Fórmula 1 pela Jordan, na qual em 1994 conquista  seu primeiro pódio no GP do Pacífico em Aida e a sua primeira pole-position, no  GP da Bélgica, em Spa-Francorchamps. No mesmo ano conquistou a sexta colocação  do campeonato a frente de uma Williams, uma Benetton e uma McLaren, alguns dos  melhores carros da época, sempre lembrando que na Benetton e na Williams, houve  revezamento no 2º carro da equipe. Assim nenhum piloto fez mais que dez corridas  na vaga de segundo piloto dessas equipes[1][2]. Em 1995 conquistou seu melhor  resultado até então, segundo lugar no GP do Canadá no circuito Gilles  Villeneuve.</p>
<p><strong>1997-1999: Stewart</strong></p>
<p>Em 1997 transfere-se para a equipe Stewart, conseguindo como melhores resultados  um segundo lugar, em Mônaco (1997) e três terceiros lugares, em Ímola,  Magny-Cours e Nürburgring (1999). Logo em sequida, recebeu proposta da McLaren,  a qual ganhou mais espaço no meio automobilístico mas não durou muito tempo,  pois aceitou a proposta milionária da concorrente Ferrari.</p>
<p><strong> 2000-2005: Ferrari</strong></p>
<p>Em 2000, é contratado para correr pela Ferrari. Lá foi duas vezes vice-campeão  mundial e venceu nove Grandes Prêmios. Em 30 de julho de 2005 é anunciada sua  contratação pela antiga equipe BAR (depois Honda F1) para dirigir um dos carros  da equipe a partir da temporada de 2006.</p>
<p>Embora sempre tenha demonstrado ser um piloto competente, pesou contra ele o  fato de a torcida brasileira procurar um sucessor para Ayrton Senna, feito que  Rubens não conseguiu atingir, pois, apesar de ser considerado um piloto &#8220;fora-de-série&#8221;[carece  de fontes?] entre os especialistas em automobilismo, principalmente em piso  molhado, não chegou a fazer frente a pilotos como Michael Schumacher e Mika  Häkkinen. Grande parte da expectativa criada pela possibilidade de ele ser  campeão foi alimentada pela imprensa brasileira.</p>
<p>Em sua proveitosa passagem de seis temporadas pela Ferrari, por razões  contratuais, sempre viveu à sombra de Schumacher, o qual efetuou o maior domínio  de um piloto na Fórmula 1. Rubens Barrichello conseguiu sagrar-se vice em dois  Campeonatos Mundiais de F1, em 2002 e 2004. Em 2004, apesar de não ter obtido o  título, fez pontos suficientes para ser campeão com folga em quase todas as  edições anteriores da competição (tornou-se então o segundo maior pontuador em  um único campeonato da história da Fórmula 1).</p>
<p><strong>2006-2008: Honda</strong></p>
<p>Em 2006, Rubens passou por uma período de adaptação na equipe Honda tendo, no  início da temporada, resultados inferiores aos de seu companheiro de equipe o  britânico Jenson Button. No decorrer da temporada as performances dos pilotos  acabaram por se igualar, com supremacia de um ou de outro, dependendo do  circuito. Isso aconteceu até o GP dos Estados Unidos, quando Barrichello empatou  com Button no campeonato, somando 16 pontos. Mas na segunda metade do  campeonato, o inglês foi bem superior. Button venceu 1 corrida, conseguiu outro  pódio e somou 40 pontos, enquanto o brasileiro somou apenas 14, ficando atrás  por 56&#215;30, em pontos, no campeonato.</p>
<p>Porém, em 2007, como a equipe Honda não conseguiu criar um carro no nível das  outras equipes da Formula 1 que tem orçamento anual semelhante ao seu. Rubens  Barrichello passou o ano sem marcar nenhum ponto. Button conseguiu marcar 6.</p>
<p>Em 2008, a equipe Honda também não criou um carro competitivo, mas ainda assim  foi (pouco) melhor do que o de 2007, permitindo que Rubens Barrichello pontuasse  em três provas (GP de Mônaco, GP do Canadá e GP da Inglaterra) e obtivesse pódio  (3º lugar no Grande Prêmio da Inglaterra), graças a uma estratégia bem sucedida  executada durante a corrida, onde a equipe trocou os pneus intermediários por  compostos de chuva forte, que eram os mais adequados às condições da pista.</p>
<p><strong>2009: Brawn GP</strong></p>
<p>Após muitas especulações de que a Honda já estava falida, eis que Ross Brawn  compra todos os direitos da antiga equipe de Fórmula 1. Então Barrichello foi  confirmado em 2009, para correr novamente ao lado de Button, na Brawn GP,  equipada com motores Mercedes. Em 12 de Março de 2009, a bordo de seu Brawn GP,  quebrou o recorde do circuito de Montemeló. Na sua primeira corrida pela Brawn  GP, o Grande Prêmio da Austrália de 2009, terminou na segunda colocação, seu  companheiro Jenson Button foi o vencedor da etapa. Já na segunda prova deste  ano, Barrichello, com a prova terminada a 24 voltas do final, acabou ficando na  quinta posição, e ganhando apenas metade dos pontos que deveria ganhar, se a  corrida tivesse terminado sem problemas, ou seja ganho apenas 2 pontos.</p>
<p>No Grande Prêmio da Europa de 2009, disputado em 23 de agosto em Valência, na  Espanha, Rubens conquista sua primeira vitória na temporada, a décima na  carreira e a centésima de pilotos brasileiros na principal categoria do  automobilismo mundial. [3]</p>
<p><strong>Estatísticas</strong></p>
<p>Rubens Barrichelo chega ao Grande Prêmio da Bélgica de 2009 sendo o piloto com  maior participação em grandes prêmios: 282, com 278 largadas (contra 256 de  Patrese). Outras marcas destacam o desempenho do piloto:</p>
<p>* 185 provas concluídas na zona de pontuação (perdendo apenas para Michael  Schumacher, que pontuou em 197 corridas);<br />
* 67 pódios (sendo o quarto piloto a subir mais vezes ao pódio da Fórmula 1);<br />
* 584 pontos conquistados (sendo o 4º maior pontuador).</p>
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		<title>Nelson Rodrigues</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Aug 2009 14:41:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nelson Rodrigues]]></category>
		<category><![CDATA[Romancistas do Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[Biografia Sou um menino que vê o amor pelo buraco da fechadura. Nunca fui outra coisa. Nasci menino, hei de morrer menino. E o buraco da fechadura é, realmente, a minha ótica de ficcionista. Sou (e sempre fui) um anjo pornográfico(desde menino). — Nelson Rodrigues[1] Infância Nascido na capital pernambucana e quinto de quatorze irmãos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> <img src="http://3.bp.blogspot.com/__WWGLjstPZM/SpFUbD9z9qI/AAAAAAAAGQM/cwZceeuQciE/s400/nelson_rodrigues1.jpg" border="0" alt="" width="150" height="225" align="left" />Biografia</strong><br />
Sou um menino que vê o amor pelo buraco da fechadura. Nunca fui outra coisa.  Nasci menino, hei de morrer menino. E o buraco da fechadura é, realmente, a  minha ótica de ficcionista. Sou (e sempre fui) um anjo pornográfico(desde  menino).<br />
— Nelson Rodrigues[1]<br />
<strong>Infância</strong><br />
Nascido na capital pernambucana e quinto de quatorze irmãos, Nelson Rodrigues  mudou-se para o Rio de Janeiro ainda criança, onde viveria por toda sua vida.  Seu pai, o ex-deputado federal e jornalista Mário Rodrigues, perseguido  politicamente, resolveu estabelecer-se na então capital federal em julho de  1916, empregando-se no jornal Correio da Manhã, de propriedade de Edmundo  Bittencourt.</p>
<p><span id="more-18"></span></p>
<p>Segundo o próprio Nelson em suas Memórias, seu grande laboratório e inspiração  foi a infância vivida na Zona Norte da cidade. Dos anos passados numa casa  simples na rua Alegre, 135 (atual rua Almirante João Cândido Brasil), no bairro  de Aldeia Campista, saíram para suas crônicas e peças teatrais as situações  provocadas pela moral vigente na classe média dos primeiros anos do século XX e  suas tensões morais e materiais.</p>
<p>Sua infância foi marcada por este clima e pela personalidade do garoto Nelson.  Retraído, era um leitor compulsivo de livros românticos do século XIX. Nesta  época ocorreu também para Nelson a descoberta do futebol, uma paixão que  conservaria por toda a vida e que lhe marcaria o estilo literário.</p>
<p>Na década de 1920, Mário Rodrigues fundou o jornal A Manhã, após romper com  Edmundo Bittencourt. Seria no jornal do pai que Nélson começaria sua carreira  jornalística, na seção de polícia, com apenas treze anos de idade. Os relatos de  crimes passionais e pactos de morte entre casais apaixonados incendiavam a  imaginação do adolescente romântico, que utilizaria muitas das histórias reais  que cobria em suas crônicas futuras. Neste período a família Rodrigues  conseguiria atingir uma situação financeira confortável, mudando-se para o  bairro de Copacabana, então um arrabalde luxuoso da orla carioca.</p>
<p>Apesar da bonança, Mário Rodrigues perderia o controle acionário de A Manhã para  o sócio. Mas, em 1928, com o providencial auxílio financeiro do vice-presidente  Fernando de Melo Viana, Mário fundou o diário Crítica.</p>
<p>Como cronista esportivo, Nelson escreveu textos antológicos sobre o Fluminense  Football Club, clube para o qual torcia fervorosamente[2]. A maioria dos textos  eram publicados no Jornal dos Sports. Junto com seu irmão, o jornalista Mário  Filho, Nelson foi fundamental para que os Fla-Flu tivessem conquistado o  prestígio que conquistaram e se tornassem grandes clássicos do futebol  brasileiro. Nelson Rodrigues criou e evocava personagens fictícios como  Gravatinha e Sobrenatural de Almeida para elaborar textos a respeito dos  acontecimentos esportivos relacionados ao clube do coração.</p>
<p><strong>Adolescência e juventude</strong></p>
<p>Nelson seguiu os seus irmãos Mílton, Mário Filho e Roberto integrando a redação  do novo jornal. Ali continuou a escrever na página de polícia, enquanto Mário  Filho cuidava dos esportes e Roberto, um talentoso desenhista, fazia as  ilustrações. Crítica era um sucesso de vendas, misturando uma cobertura política  apaixonada com o relato sensacionalista de crimes. Mas o jornal existiria por  pouco tempo. Em 26 de dezembro de 1929, a primeira página de Crítica trouxe o  relato da separação do casal Sylvia Serafim e João Thibau, Jr. Ilustrada por  Roberto e assinada pelo repórter Orestes Barbosa, a matéria provocou uma  tragédia. Sylvia, a esposa que se desquitara do marido e cujo nome fora exposto  na reportagem invadiu a redação de Crítica e atirou em Roberto com uma arma  comprada naquele dia. Nelson testemunhou o crime e a agonia do irmão, que morreu  dias depois.</p>
<p>Mário Rodrigues, deprimido com a perda do filho, faleceu poucos meses depois.  Sylvia, apoiada pelas sufragistas e por boa parte da imprensa concorrente de  Crítica, foi absolvida do crime. Finalmente, durante a Revolução de 30, a  gráfica e a redação de Crítica são empastelados e o jornal deixa de existir. Sem  seu chefe e sem fonte de sustento, a família Rodrigues mergulha em decadência  financeira.</p>
<p>Foram anos de fome e dificuldades para todos. Pouco afinados com novo regime, os  Rodrigues demorariam anos para se recuperarem dos prejuízos causados pela turba.</p>
<p>Ajudado por Mário Filho, amigo de Roberto Marinho, Nélson passa a trabalhar no  jornal O Globo, sem salário. Apenas em 1932 é que Nélson seria efetivado como  repórter no jornal. Pouco tempo depois, Nelson descobriu-se tuberculoso. Para  tratar-se, retira-se do Rio de Janeiro e passa longas temporadas em um sanatório  na cidade de Campos do Jordão. Seu tratamento é custeado por Marinho, que  conquistou a gratidão de Nélson pelo resto de sua vida. Recuperado, Nelson volta  ao Rio e assume a seção cultural de O Globo, fazendo a crítica de ópera. Em 1940  casou-se com Elza Bretanha, sua colega de redação.</p>
<p>A partir da década de 1940, Nelson divide-se entre o emprego em O Globo e a  elaboração de peças teatrais. Em 1941 escreve A mulher sem pecado, que estreou  sem sucesso. Pouco tempo depois assina a revolucionária Vestido de noiva, peça  dirigida por Zbigniew Ziembiński e que estreou no Teatro Municipal do Rio de  Janeiro com estrondoso sucesso.</p>
<p>O teatrólogo Nelson Rodrigues seria o criador de uma sintaxe toda particular e  inédita nos palcos brasileiros. Suas personagens trouxeram para a ribalta  expressões tipicamente cariocas e gírias da época, como &#8220;batata!&#8221; e &#8220;você é  cacete, mesmo!&#8221;. Vestido de noiva é considerada até hoje como o marco inicial do  moderno teatro brasileiro.</p>
<p><strong>Maturidade</strong></p>
<p>Em 1945 abandona O Globo e passa a trabalhar nos Diários Associados. Em O  Jornal, um dos veículos de propriedade de Assis Chateaubriand, começa a escrever  seu primeiro folhetim, Meu destino é pecar, assinado pelo pseudônimo &#8220;Susana  Flag&#8221;. O sucesso do folhetim alavancou as vendas de O Jornal e estimulou Nelson  a escrever sua terceira peça, Álbum de família.</p>
<p>Em fevereiro de 1946, o texto da peça foi submetido à Censura Federal e  proibido. Álbum de família só seria liberada em 1965. Em abril de 1948 estreou  Anjo negro, peça que possibilitou a Nelson adquirir uma casa no bairro do  Andaraí e em 1949 Nelson lançou Dorotéia.</p>
<p>Em 1950 passa a trabalhar no jornal de Samuel Wainer, a Última Hora. No jornal,  Nélson começa a escrever as crônicas de A vida como ela é, seu maior sucesso  jornalístico. Na década seguinte, Nelson passa a trabalhar na recém-fundada TV  Globo, participando da bancada da Grande Resenha Esportiva Facit, a primeira  &#8220;mesa-redonda&#8221; sobre futebol da televisão brasileira e, em 1967, passa a  publicar suas Memórias no mesmo jornal Correio da Manhã onde seu pai trabalhou  cinqüenta anos antes.</p>
<p><strong>O fim</strong></p>
<p>Nos anos 70, consagrado como jornalista e teatrólogo, a saúde de Nélson começa a  decair, por causa de problemas gastroenteorológicos e cardíacos de que era  portador. O período coincide com os anos da ditadura militar, que Nelson sempre  apoiou. Entretanto, seu filho Nelson Rodrigues Filho torna-se guerrilheiro e se  passa para a clandestinidade. Neste período também aconteceu o fim de seu  casamento com Elza e o início do relacionamento com Lúcia Cruz Lima, com quem  teria uma filha, Daniela, nascida com problemas mentais. Depois do término do  relacionamento com Lúcia, Nelson ainda manteria um rápido casamento com sua  secretária Helena Maria, antes de reatar seu casamento com Elza.</p>
<p>Nelson faleceu numa manhã de domingo, em 1980, aos 68 anos de idade, de  complicações cardíacas e respiratórias. Foi enterrado no Cemitério São João  Batista, em Botafogo. No fim da tarde daquele mesmo dia ele faria treze pontos  na Loteria Esportiva, num &#8220;bolão&#8221; com seu irmão Augusto e alguns amigos de &#8220;O  Globo&#8221;. Dois meses depois, Elza atendia ao pedido do marido — de, ainda em vida,  gravar o seu nome ao lado do dele na lápide de seu túmulo, sob a inscrição:  &#8220;Unidos para além da vida e da morte. E é só&#8221;.</p>
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		<title>Segunda Guerra Mundial &#8211; Causas e o fim da guerra</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 01:34:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>

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		<description><![CDATA[A Segunda Guerra Mundial opôs os Aliados às Potências do Eixo, tendo sido o conflito que causou mais vítimas em toda a história da Humanidade, com mais de 70 milhões de mortes. Em estado de guerra total, mobilizou mais de 100 milhões de militares. As principais potências colocaram suas áreas econômicas, científicas e industriais a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://4.bp.blogspot.com/__WWGLjstPZM/Sj7e2QvuT0I/AAAAAAAAEds/38Z2qXFRgJI/s400/180px-Reichsparteitag_1935_mod.jpg" border="0" alt="" width="180" height="253" align="left" /> A <strong>Segunda Guerra Mundial</strong> opôs os Aliados às Potências do Eixo, tendo sido  o conflito que causou mais vítimas em toda a história da Humanidade, com mais de  70 milhões de mortes. Em estado de guerra total, mobilizou mais de 100 milhões  de militares. As principais potências colocaram suas áreas econômicas,  científicas e industriais a serviço da guerra.</p>
<p>O líder alemão de origem austríaca Adolf Hitler, Führer do Terceiro Reich,  pretendia criar uma &#8220;nova ordem&#8221; na Europa, baseada nos princípios nazistas que  defendiam a superioridade germânica, na exclusão — e posteriormente eliminação  física incluída — de algumas minorias étnicas e religiosas, como os judeus e os  ciganos, bem como deficientes físicos e homossexuais; na supressão das  liberdades e dos direitos individuais e na perseguição de ideologias liberais,  socialistas e comunistas.</p>
<p>Teve início em 1 de setembro de 1939 com a invasão da Polônia pela Alemanha e as  subsequentes declarações de guerra da França e da Comunidade das Nações. Tanto a  Itália quanto o Japão entraram na guerra pelo lado do Eixo para satisfazer os  seus propósitos expansionistas. [1][2] As demais potências opuseram-se a estes  desejos do Eixo e juntamente com a União Soviética, após a invasão desta pela  Alemanha, constituíram a base do grupo dos Aliados.<br />
<span id="more-15"></span><br />
Após o fim da guerra em 1945, a União Soviética e os Estados Unidos se tornaram  as superpotências mundiais. Foram responsáveis pela Guerra Fria, que durou 45  anos. As Nações Unidas foram criadas para evitar outro conflito deste porte. A  aceitação do direito da autodeterminação acelerou o processo de descolonização  da Ásia e África, enquanto a Europa ocidental optou pela integração.</p>
<p><strong><span style="font-size: large;">Causas da guerra</span></strong><br />
A Primeira Guerra Mundial &#8211; &#8220;feita para pôr fim a todas as guerras&#8221; &#8211;  transformou-se no ponto de partida de novos e irreconciliáveis conflitos, pois o  Tratado de Versalhes (1919) disseminou um forte sentimento nacionalista, que  culminou no totalitarismo nazi-fascista. As contradições se aguçaram com os  efeitos da Grande Depressão. Além disso, a política de apaziguamento, adotada  por alguns líderes políticos do período entre guerras e que se caracterizou por  concessões para evitar um confronto, não conseguiu garantir a paz internacional.  Sua atuação assemelhou-se à da Liga das Nações: um órgão frágil, sem  reconhecimento e peso, que deveria cuidar da paz mundial, mas que fracassou  totalmente. Assim, consolidaram-se os regimes totalitários. O germânico de  origem austríaca Adolf Hitler defendia que a Alemanha necessitava mais espaço  vital, ou &#8220;Lebensraum&#8221;, e por isso queria estabelecer uma fronteira com a União  Soviética. Hitler anexou ao Reich alemão a Áustria, seguido da Tchecoslováquia.  A essas anexações, as potências ocidentais européias não responderam, mas quando  Hitler avançou sobre a Polônia, foi declarado um conflito, e iniciou-se a  Segunda Guerra Mundial.</p>
<p><strong><span style="font-size: large;">O fim da guerra</span></strong><br />
Em Março de 1944, as forças japonesas que ocupavam a Birmânia, deram início a um  ataque contra a Índia, mas acabaram por ser derrotadas em Impanhal. No Norte da  China, as forças japonesas, começaram a enfrentar as forças comunistas de Mao  Zedong. A Guerra Sino-Japonesa, que mobilizava mais de um milhão de homens,  gastava mais recursos que a Campanha do Sul. Em agosto de 1944, depois de  lançada a última ofensiva em Ichi Go, o Império japonês, tomou grande parte do  Sul da China Central, estabelecendo uma ligação terrestre com a Indochina e  inviabilizando o território chinês como base para que os aviões caça aliados  pudessem escoltar os bombardeiros em direção ao Japão.</p>
<p>No entanto, as forças Aliadas do Pacífico já haviam chegado perto do arquipélago  nipónico. Após tomar as ilhas Marianas em Junho-Julho de 1944, os americanos  obtiveram sucesso em uma série de batalhas aéro-navais em Luzon nas Filipinas,  desembarcando nas mesmas no final de Outubro. No início de 1945, a instalação de  bases aéreas nas ilhas de Iwo Jima (em Fevereiro) e Okinawa (em Abril), mesmo  antes da tomada completa das mesmas pelos Americanos, trouxeram o Japão para  dentro do alcance dos caças de escolta de longo alcance (principalmente os P-51  Mustang), o que viabilizava à partir de então os ataques aéreos e navais,  começando assim os bombardeamentos incendiários contra as principais cidades  japonesas. As escoltas executadas pelos caças mantinham ocupada, além de  debilitar ainda mais a já combalida aviação de guerra japonesa, então na  defensiva, fazendo com que os ataques aéreos, principalmente os executados pelos  aviões-bombardeiros norte-americanos B-29 pudessem, à partir do final de  fevereiro de 1945, ser efetuados com perdas aceitáveis para as forças atacantes.  Ao final de junho, quando se conclui a tomada de Okinawa, tais bombardeamentos  que em certo momentos eram realizados sem oposição, já haviam causado a  destruição completa de 69 cidades japonesas e a morte de mais de 393.000 civis.  Durante este mesmo período, os comunistas recomeçavam a avançar na China; a  maior parte das ilhas Filipinas era retomada pelos americanos; enquanto os  Britânicos recuperavam por completo a Birmânia, ao mesmo tempo que avançava uma  rebelião contra as forças japonesas no Vietnam.<br />
Explosão nuclear em Hiroshima.</p>
<p>Em meados de Julho o Imperador Hirohito, verificando as elevadas perdas e a  deterioração da situação nos últimos meses, autorizou que o embaixador japonês  na União Soviética contactasse Estaline para apresentar uma rendição do Japão.  Estaline recebeu a mensagem algumas horas antes da conferência dos Aliados na  Alemanha, apresentando assim a proposta de rendição japonesa a Harry Truman. Os  Aliados ocidentais pediam ao Japão uma rendição incondicional, contudo o Japão  decidiu não responder devido aos termos de rendição dos Aliados não  especificarem o futuro do Imperador — visto como um deus para o povo japonês —  tal como o sistema imperial. Harry Truman, após a sua chegada à conferência,  recebeu uma mensagem que indicava que o teste da bomba atómica &#8220;Trinity&#8221; tinha  sido bem sucedido; decidido a ganhar a guerra utilizando o projecto Manhattan e  demonstrar o poder de força da nova arma ao aliado russo, deu indicações a  Estaline que ignorava a mensagem japonesa.</p>
<p>A 6 de Agosto, a bomba atómica &#8220;Little Boy&#8221;, foi lançada sobre Hiroshima do B-29  &#8220;Enola Gay&#8221;, pelo &#8220;esquadrão Atómico&#8221;, contudo esta bomba não teve o efeito  esperado, não tendo pronta reacção do Imperador Hirohito ou do Gabinete de  Guerra japonês. A maior do povo japonês desconhecia ainda o ataque a Hiroshima,  pois as estações de rádio e jornais não relataram nada sobre os efeitos do  ataque, apenas sobre um novo tipo de bomba desenvolvido.<br />
Oficiais e marinheiros aliados assistem o General das Forças Armadas Douglas  MacArthur assinando os documentos durante cerimônia de rendição a bordo do  couraçado USS Missouri em 2 de Setembro de 1945. A rendição incondicional do  Japão aos Aliados terminou oficialmente com a Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>A 8 de Agosto de 1945 a União Soviética declarou guerra ao Japão, como tinha  concordado na conferência, e lançou uma invasão (Operação Tempestade de Agosto,  August Storm) em grande escala à Manchúria, que se encontrava ocupada pelo  Japão.</p>
<p>Com o avanço Soviético e a decisão nipônica de ignorar o ultimato para rendição,  Truman decide pelo lançamento de uma segunda bomba atómica, a &#8220;Fat Man&#8221; que foi  lançada pelo B-29 &#8220;Bock&#8217;s Car&#8221; sobre Nagasaki a 9 de Agosto.</p>
<p>Mesmo antes, com a maior parte das forças militares japonesas derrotadas e  isoladas, assim como o próprio Japão, cercado com dezenas de suas principais  cidades em escombros e a indústria arrasada; somente após essas 2 cidades terem  sido atingidas pelos engenhos nucleares, causando cerca de 300 mil mortos  instantaneamente, e um número indeterminado de vítimas posteriormente, devido à  contaminação pela radiação; é que decidiu o Imperador japonês aceitar a rendição  incondicional. As chefias norte-americanas justificaram esta acção afirmando que  uma invasão do Japão teria custos muito mais elevados em termos de vidas de  militares de ambos os lados e civis japoneses.</p>
<p>A 15 de Agosto o imperador do Japão Hirohito faz um anúncio público pelo rádio  acatando a rendição incondicional, tendo esse dia ficado conhecido, em relação à  guerra no Oriente, como o &#8220;Dia da Vitória´´, V Day em inglês.</p>
<p>À 2 de setembro, mesmo dia em que no Vietnam Ho chi min proclavama a  independência daquele país, o Japão assinava formalmente diante dos  representantes das Nações Aliadas no Oriente a rendição a bordo do USS Missouri,  na baía de Tóquio pondo fim a Segunda Guerra Mundial.</p>
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		<title>Características do amor &#8211; Amor platônico &#8211; Perspectiva filosófica.</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Jun 2009 03:20:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amor]]></category>

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		<description><![CDATA[Características do amor Cisnes formando um coração Fala-se do amor das mais diversas formas: amor físico, amor platônico, amor materno, amor a Deus, amor a vida. É o tipo de amor que tem relação com o caráter da própria pessoa e a motiva a amar (no sentido de querer bem e agir em prol). As [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://2.bp.blogspot.com/__WWGLjstPZM/SjxUv5kIQfI/AAAAAAAAEZs/aOV5wmq5T4A/s400/180px-Love_heart_uidaodjsdsew.png" border="0" alt="" width="180" height="149" align="left" /><strong><span style="font-size: x-large;">Características  do amor</span></strong><br />
Cisnes formando um coração</p>
<p>Fala-se do amor das mais diversas formas: amor físico, amor platônico, amor  materno, amor a Deus, amor a vida. É o tipo de amor que tem relação com o  caráter da própria pessoa e a motiva a amar (no sentido de querer bem e agir em  prol).<br />
<span id="more-12"></span><br />
As muitas dificuldades que essa diversidade de termos oferece, em conjunto à  suposta unidade de significado, ocorrem não só nos idiomas modernos, mas também  no grego e no latim. O grego possui outras palavras para amor, cada qual  denotando um sentido específico. No latim encontramos amor, dilectio, charitas,  bem como Eros, quando se refere ao amor personificado numa deidade.</p>
<p>Amar também tem o sentido de gostar muito, sendo assim possível amar qualquer  ser vivo ou objeto.</p>
<p><span style="font-size: large;">Amor platônico</span></p>
<p>Amor platônico é uma expressão usada para designar um amor ideal, alheio a  interesses ou gozos. Um sentido popular pode ser o de um amor impossível de se  realizar, um amor perfeito, ideal, puro, casto.</p>
<p>Trata-se, contudo, de uma má interpretação da filosofia de Platão, quando  vincula o atributo &#8220;platônico&#8221; ao sentido de algo existente apenas no plano das  idéias. Porque Idéia em Platão não é uma cogitação da razão ou da fantasia  humana. É a realidade essencial. O mundo da matéria seria apenas uma sombra que  lembraria a luz da verdade essencial.</p>
<p>A expressão amor Platônico é uma interpretação equivocada do conceito de Amor na  filosofia de Platão. O amor em Platão é falta. Ou seja, o amante busca no amado  a Idéia &#8211; verdade essencial &#8211; que não possui. Nisto supre a falta e se torna  pleno, de modo dialético, recíproco.</p>
<p>Em contraposição ao conceito de Amor na filosofia de Platão está o conceito de  Paixão. A Paixão seria o desejo voltado exclusivamente para o mundo das sombras,  abandonando-se a busca da realidade essencial. O amor em Platão não condena o  sexo, ou as coisas da vida material.</p>
<p>Na obra Simpósio (de Platão), há uma passagem sobre o significado do amor.  Sócrates é o mais importante dentre os homens presentes. Ele diz que na  juventude foi iniciado na filosofia do amor por Diotima de Mantinea, que era uma  sacerdotisa. Diotima lhe ensinou a genealogia do amor e por isso as idéias de  Diotima estão na origem do conceito socrático-platônico do amor. Segundo Joseph  Campbell, &#8220;não é por acaso que Sócrates nomeia Diotima como aquela que lhe deu  as instruções e os métodos mais significativos para amar/falar. A palavra falada  por amor é uma palavra que vem das origens [1].&#8221;</p>
<p><span style="font-size: large;">Perspectiva filosófica</span><br />
O Triunfo de Vênus, de Angelo Bronzino.</p>
<p>Diferentemente do conceito de amor platônico, quando se fala do amor em Platão  estamos nos referindo ao pensamento deste filósofo sobre o amor. A noção de amor  é central no pensamento platônico. Em seus diálogos, Sócrates dizia que o amor  era a única coisa que ele podia entender e falar com conhecimento de causa.  Platão compara-o a uma caçada (comparação aplicada também ao ato de conhecer) e  distinguia três tipos de amor: o amor terreno, do corpo; o amor da alma,  celestial (que leva ao conhecimento e o produz); e outro que é a mistura dos  dois. Em todo caso o amor, em Platão, é o desejo por algo que não se possui.</p>
<p>A temática do amor é comum a quase todos os filósofos gregos, entendido como um  princípio que governa a união dos elementos naturais e como princípio de relação  entre os seres humanos. Depois de Platão, entretanto, só os platônicos e os  neoplatônicos consideraram o amor um conceito fundamental. Em Plutarco o amor é  a aspiração daquilo que carece de forma (ou só a tem minimamente) às formas  puras e, em última instância, à Forma Pura do Bem. Em &#8220;As Enéadas&#8221;, Plotino  trata do amor da alma à inteligência; e na sua Epistola ad Marcelam, Porfírio  menciona os quatro princípios de Deus: a fé, a verdade, o amor e a esperança. No  pensamento neoplatônico, o conceito de amor tem um significado fundamentalmente  metafísico ou metafísico-religioso.</p>
<p><span style="font-size: large;">O amor original</span></p>
<p>O amor, para ocorrer, não importando os níveis: se social, afetivo, paternal ou  maternal, fraternal &#8211; que é o amor entre irmãos e companheiros &#8211; deve  obrigatoriamente ser permitido. O que significa ser amor permitido? Bem, de fato  quase nunca pensa-se sobre isso porque passa tão despercebido que atribui-se a  um comportamento natural do ser humano ou de outros seres vivos. Mas não, a  permissão aqui referida toma-se por base um sentimento de reciprocidade capaz de  dar início e alargar as relações de afetividade entre duas ou mais pessoas ou  seres que estão em contato e que por ventura vêm a nutrir um sentimento de  afeição ou amor entre si.</p>
<p>A permissão ocorre em um nível de aceitação natural, mental ou físico, no qual o  ser dá abertura ao outro sem que sejam necessárias quaisquer obrigações ou  atitudes desmeritórias ou confusas de nenhuma das partes. A liberdade de amar,  quando o sentimento preenche de alguma forma a alma e o corpo e não somente por  alguns minutos, dias ou meses, mas por muitos anos, quiçá eternamente enquanto  dure e mais nas lembranças e memórias.</p>
<p>Por que você me ama? Porque você permitiu. Essa frase remete ao mais simples  mecanismo de reciprocidade e lealdade, se um pergunta ao outro a razão de seu  sentimento de amor em direção a ele, a resposta só poderia ser essa. A razão do  sentimento de amor em direção à outra pessoa recaí na própria pessoa amada, que  em seus gestos, palavras, pensamentos e ações conferiu permissão a que a outra  pessoa ou ser &#8211; podendo até ser um animal de estimação &#8211; o dedicasse aquele  sentimento de amor.</p>
<p>O amor pode ser entendido de diferentes formas, e tomado por certo conquanto é  um sentimento, dessa forma é abstrato, sem forma, sem cor, sem tamanho ou  textura. Mas é por si só: O sentimento em excelência; o que quer dizer que é o  sentimento primário e inicial de todo e cada ser humano, animal ou qualquer  outro ser dotado de sentimentos e capacidade de raciocínio natural.</p>
<p>Todos carecem de amor e querem reconhecer esse sentimento em si e nos outros,  não importando idade ou sexo. O amor é vital para nossas vidas como o ar, e é  notoriamente reconhecido que sem amor a criatura não sobrevive conquanto o amor  equilibra e traz a paz de espírito quando é necessário.</p>
<p>Eros<br />
Corações estilizados: um símbolo do amor.</p>
<p>Eros representa a parte consciente do amor que uma pessoa sente por outra. É o  amor que se liga de forma mais clara à atração física, e freqüentemente compele  as pessoas a manterem um relacionamento amoroso continuado. Nesse sentido também  é sinônimo de relação sexual.</p>
<p>Ao contrário vem a Psique, que representa o sentimento mais espiritual e  profundo.</p>
<p>Pragma</p>
<p>Pragma (do grego, &#8220;prática&#8221;, &#8220;negócio&#8221;) seria uma forma de amor que prioriza o  lado prático das coisas. O indivíduo avalia todas as possíveis implicações antes  de embarcar num romance. Se o namoro aparente tiver futuro, ele investe. Se não,  desiste. Cultiva uma lista de pré-requisitos para o parceiro ou a parceira ideal  e pondera muito antes de se comprometer. Procura um bom pai ou uma boa mãe para  os filhos e leva em conta o conforto material. Está sempre cheio de perguntas. O  que será que a minha família vai achar? Se eu me casar, como estarei daqui a  cinco anos? Como minha vida vai mudar se eu me casar?</p>
<p>Amor interessado em fazer bem a si mesmo, Amor que espera algo em troca.</p>
<p>Philia</p>
<p>Em grego, significa altruísmo, generosidade. A dedicação ao outro vem sempre  antes do próprio interesse. Quem pratica esse estilo de amor entrega-se  totalmente à relação e não se importa em abrir mão de certas vontades para a  satisfação do ser amado. Investe constantemente no relacionamento, mesmo sem ser  correspondido. Sente-se bem quando o outro demonstra alegria. No limite, é capaz  até mesmo de renunciar ao parceiro se acreditar que ele pode ser mais feliz com  outra pessoa. É visto por muitos, como uma forma incondicional de amar.</p>
<p>A interpretação cristã sobre a origem de Jesus, engloba este tipo de amor para  descrever o ato de Deus, que, ao ver a humanidade perdida, entrega seu filho  unigênito, para ser morto em favor do homem.</p>
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		<title>Chico Buarque.. &#8211; Biografia &#8211; Início de Carreira</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 22:33:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cantores de bossa nova]]></category>
		<category><![CDATA[Cantores do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Chico Buarque]]></category>
		<category><![CDATA[Compositores do Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[Francisco Buarque de Hollanda, conhecido como Chico Buarque (Rio de Janeiro, 19 de junho de 1944) é um músico, dramaturgo e escritor brasileiro. Filho do historiador Sérgio Buarque de Holanda, iniciou sua carreira na década de 1960, destacando-se em 1966, quando venceu, com a canção A Banda, o Festival de Música Popular Brasileira. Em 1969, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> <img src="http://2.bp.blogspot.com/__WWGLjstPZM/SjwRjjHdoTI/AAAAAAAAEZk/kp733XlOdP8/s400/250px-Chico_Buarque.jpg" border="0" alt="" width="164" height="196" align="left" />Francisco  Buarque de Hollanda</strong>, conhecido como Chico Buarque (Rio de Janeiro, 19 de  junho de 1944) é um músico, dramaturgo e escritor brasileiro. Filho do  historiador Sérgio Buarque de Holanda, iniciou sua carreira na década de 1960,  destacando-se em 1966, quando venceu, com a canção A Banda, o Festival de Música  Popular Brasileira. Em 1969, com a crescente repressão da Ditadura Militar no  Brasil, se auto-exilou na Itália, tornando-se, ao retornar, um dos artistas mais  ativos na crítica política e na luta pela democratização do Brasil. Na carreira  literária, foi ganhador do Prêmio Jabuti, pelo livro Budapeste, lançado em 2004.</p>
<p>Casou-se com e separou-se da atriz Marieta Severo, com quem teve três filhas:  Sílvia, que é atriz e casada com Chico Diaz, Helena, casada com o percussionista  Carlinhos Brown e Luísa. É irmão das cantoras Miúcha, Ana de Hollanda e  Cristina.</p>
<p><span id="more-10"></span></p>
<p><strong><span style="font-size: large;">Biografia</span></strong></p>
<p>Chico é filho de Sérgio Buarque de Holanda (1902-1982), um importante  historiador e jornalista brasileiro e de Maria Amélia Cesário Alvim(1910).</p>
<p>Em 1946, passou a morar em São Paulo, onde o pai assumira a direção do Museu do  Ipiranga. Sempre revelou interesses pela música &#8211; interesse que foi bastante  reforçado pela convivência com intelectuais como Vinicius de Moraes e Paulo  Vanzolini[1].</p>
<p>Em 1953, Sérgio Buarque de Holanda foi convidado para lecionar na Universidade  de Roma, consequentemente, a família muda-se para a Itália. Chico torna-se  trilíngüe, na escola fala inglês, e nas ruas, italiano. Nessa época, suas  primeiras &#8220;marchinhas de carnaval&#8221; são compostas, e, com as irmãs mais novas,  Piiizinha, Cristina e Ana, encenadas[1].</p>
<p>De volta ao Brasil, produz suas primeiras crônicas no jornal Verbâmidas, do  Colégio Santa Cruz de São Paulo, nome criado por ele. Sua primeira aparição na  imprensa não foi cultural, mas policial, publicada, no jornal Última Hora, de  São Paulo. Com um amigo, furtou um carro para passear pela madrugada paulista,  algo relativamente comum na época[1]. Foi preso. &#8220;Pivetes furtaram um carro:  presos&#8221; foi a manchete no dia seguinte com uma a foto de dois menores com tarjas  pretas nos olhos. Chico não pôde mais sair sozinho à noite até que completasse  18 anos[1].</p>
<p><strong><span style="font-size: large;">Início de Carreira</span></strong></p>
<p>Chico Buarque chegou a ingressar no curso de Arquitetura na Faculdade de  Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU) em 1963. Cursou dois  anos e parou em 1965, quando começou a se dedicar à carreira artística. Neste  ano, lançou Sonho de Carnaval, inscrita no I Festival Nacional de Música Popular  Brasileira, transmitida pela TV Excelsior, além de Pedro Pedreiro, música  fundamental para experimentação do modo como viria a trabalhar os versos, com  rigoroso trabalho estilístico morfológico e politização, mais significativamente  na década de 70. A primeira composição séria, Canção dos Olhos, é de 1961.</p>
<p>Conheceu Elis Regina, que havia vencido o Festival de Música Popular Brasileira  (1965) com a canção Arrastão, mas a cantora acabou desistindo de gravá-lo devido  à impaciência com a timidez do compositor. Chico Buarque revelou-se ao público  brasileiro quando ganhou o mesmo Festival, no ano seguinte (1966), transmitido  pela TV Record, com A Banda, interpretada por Nara Leão (empatou em primeiro  lugar com Disparada, de Geraldo Vandré). No entanto, Zuza Homem de Mello, no  livro A Era dos Festivais &#8211; Uma Parábola, revelou que a banda venceu o festival.  O musicólogo preservou por décadas as folhas de votação do festival. Nelas,  consta que a música da banda ganhou a competição por 7 a 5. Chico, ao perceber  que ganharia, foi até o presidente da comissão e disse não aceitar a derrota de  Disparada. Caso isso acontecesse, iria na mesma hora entregar o prêmio ao  concorrente.</p>
<p>No dia 10 de outubro de 1966, data da final, iniciou o processo que designaria  Chico Buarque como unanimidade nacional, alcunha criada por Millôr Fernandes.</p>
<p>Canções como Ela e sua Janela, de 1966, começam a demonstrar a face lírica do  compositor. Com a observação da sociedade, como nas diversas vezes em que  citação do vocábulo janela está presente em suas primeiras canções: Juca,  Januária, Carolina, A Banda e Madelena foi pro Mar. As influências de Noel Rosa  podem ser notadas em A Rita, 1965, citado na letra, e Ismael Silva, como em  marchas-ranchos.</p>
<p><strong><span style="font-size: large;">Festivais de MPB nos anos de 1960</span></strong></p>
<p>No festival de 1967 faria sucesso também com Roda Viva, interpretada por ele e  pelo grupo MPB-4 — amigos e intérpretes de muitas de suas canções. Em 1968  voltou a vencer outro Festival, o III Festival Internacional da Canção da TV  Globo. Como compositor, em parceira com Tom Jobim, com a canção Sabiá. Mas desta  vez a vitória foi contestada pelo público, que preferiu a canção que ficou em  segundo lugar: Pra não dizer que não falei de flores, de Geraldo Vandré.</p>
<p>A participação no Festival, com A Banda, marcou a primeira aparição pública de  grande repercussão apresentando um estilo amparado no movimento musical urbano  carioca da Bossa nova, surgido em 1957. Ao longo da carreira, o samba e a MPB  também seriam estilos amplamente explorados.</p>
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		<title>Vulcão.. Tipos de vulcão &#8211; Comportamento dos vulcões</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 22:14:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Impacto ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Vulcanologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Vulcão é uma estrutura geológica criada quando o magma, gases e partículas quentes (como cinzas) escapam para a superfície terrestre. Eles ejectam altas quantidades de poeira, gases e aerossóis na atmosfera, podendo causar resfriamento climático temporário. São frequentemente considerados causadores de poluição natural. Tipicamente, os vulcões apresentam formato cónico e montanhoso. A erupção de um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-indent: 15px;"><strong> <img src="http://1.bp.blogspot.com/__WWGLjstPZM/SjwNKMEqMZI/AAAAAAAAEZM/Nv5jfCrEqyE/s400/220px-DenglerSW-Stromboli-20040928-1230x800.jpg" border="0" alt="" width="220" height="143" align="left" /> Vulcão</strong> é uma estrutura geológica criada quando o magma, gases e partículas  quentes (como cinzas) escapam para a superfície terrestre. Eles ejectam altas  quantidades de poeira, gases e aerossóis na atmosfera, podendo causar  resfriamento climático temporário. São frequentemente considerados causadores de  poluição natural. Tipicamente, os vulcões apresentam formato cónico e  montanhoso.<br />
<span id="more-7"></span><br />
A erupção de um vulcão pode resultar num grave desastre  natural, por vezes de consequências planetárias. Assim como outros desastres  dessa natureza, as erupções são imprevisíveis e causam danos indiscriminados.  Entre outras coisas, tendem a desvalorizar os imóveis localizados em suas  vizinhanças, prejudicar o turismo e consumir a renda pública e privada em  reconstruções. Na Terra, os vulcões tendem formar-se junto das margens das  placas tectónicas. No entanto, existem excepções quando os vulcões ocorrem em  zonas chamadas de hot spots (pontos quentes). Por outro lado, os arredores de  vulcões, formados de lava arrefecida, tendem a ser compostos de solos bastante  férteis para a agricultura.</p>
<p>A palavra &#8220;vulcão&#8221; deriva do nome do deus do fogo na mitologia romana Vulcano. A  ciência que estuda os vulcões designa-se por vulcanologia.</p>
<p style="text-indent: 15px;"><strong><span style="font-size: large;">Tipos de vulcão</span></strong></p>
<p>Uma das formas de classificação dos vulcões é através do tipo de material que é  eruptido, o que afecta a forma do vulcão. Se o magma eruptido contém uma elevada  percentagem em sílica (superior a 65%) a lava é chamada de félsica ou &#8220;ácida&#8221; e  tem a tendência de ser muito viscosa (pouco fluida) e por isso solidifica  rapidamente. Os vulcões com este tipo de lava têm tendência a explodir devido ao  facto da lava facilmente obstruir a chaminé vulcânica. O Monte Pelée na  Martinica é um exemplo de um vulcão deste tipo.</p>
<p>Se, por outro lado, o magma é relativamente pobre em sílica (conteúdo inferior a  52%) é chamado de máfico ou &#8220;básico&#8221; e causa erupções de lavas muito fluidas  capazes de escorrer por longas distâncias. Um bom exemplo de uma escoada lávica  máfica é a do Grande Þjórsárhraun (Thjórsárhraun) originada por uma fissura  eruptiva quase no centro geográfico da Islândia há cerca de 8000 anos. Esta  escoada percorreu cerca de 130 quilómetros até ao mar e cobriu uma área com 800  km².<br />
Monte Erebus, um exemplo de vulcão-escudo.<br />
Vulcão Mayon, exemplo de um estratovulcão.</p>
<p><strong>* Vulcão-escudo</strong>: o Havaí e a Islândia são exemplos de locais onde são  encontrados vulcões que expelem enormes quantidades de lava que gradualmente  constroem uma montanha larga com o perfil de um escudo. As escoadas lávicas  destes vulcões são geralmente muito quentes e fluidas, o que contribui para  ocorrerem escoadas longas. O maior vulcão deste tipo na Terra é o Mauna Loa, no  Havaí, com 9000 m de altura (assenta no fundo do mar) e 120 km de diâmetro. O  Monte Olimpus em Marte é um vulcão-escudo e também a maior montanha do sistema  solar.</p>
<p><strong>* Cones de escórias: </strong>é o tipo mais simples e mais comum de vulcões. Esses  vulcões são relativamente pequenos, com alturas geralmente menores que 300  metros de altura. Formam-se pela erupção de magmas de baixa viscosidade, com  composições basálticas ou intermediárias.</p>
<p><strong>* Estratovulcões:</strong> também designados de &#8220;compostos&#8221;, são grandes edifícios  vulcânicos com longa atividade, forma geral cônica, normalmente com uma pequena  cratera no cume e flancos íngremes, construídos pela intercalação de fluxos de  lava e produtos piroclásticos, emitidos por uma ou mais condutas, e que podem  ser pontuados ao longo do tempo por episódios de colapsos parciais do cone,  reconstrução e mudanças da localização das condutas. Alguns dos exemplos de  vulcões deste tipo são o Teide na Espanha, o Monte Fuji no Japão, o Cotopaxi no  Equador, o Vulcão Mayon nas Filipinas e o Monte Rainier nos EUA. Por outro lado,  esses edifícios vulcânicos são os mais mortíferos da Terra, envolvendo a perda  da vida de aproximadamente 264000 pessoas desde o ano de 1500.</p>
<p><strong>* Caldeiras ressurgentes:</strong> são as maiores estruturas vulcânicas da Terra,  possuindo diâmetros que variam entre 15 e 100 km². À parte de seu grande  tamanho, caldeiras ressurgentes são amplas depressões topográficas com uma massa  elevada central. Exemplos dessas estruturas são a Valles (EUA), Yellowstone  (EUA) e Cerro Galan (Argentina).</p>
<p><strong>* Vulcões submarinos: </strong>são aqueles que estão abaixo da água. São bastante  comuns em certos fundos oceânicos, principalmente na dorsal meso-atlântica. São  responsáveis pela formação de novo fundo oceânico em diversas zonas do globo. Um  exemplo deste tipo de vulcão é o vulcão da Serreta no Arquipélago dos Açores.</p>
<p style="text-indent: 15px;"><strong><span style="font-size: large;">Comportamento dos vulcões</span></strong><br />
Indonésia-Lombok: Erupção do Monte Rinjani registrada em 1994.</p>
<p>* Erupções freáticas (vapor).<br />
* Erupções explosivas de lava rica em sílica (e.g. riolito).<br />
* Erupções efusivas de lava pobre em sílica (e.g. Basalto).<br />
* Escoadas piroclásticas.<br />
* Lahars.<br />
* Emissões de dióxido de carbono.</p>
<p>Todas estas actividades podem ser um perigo potencial para o Homem. Para além  disso a actividade vulcânica é muitas vezes acompanhada por sismos, águas  termais, fumarolas e gêisers, entre outros fenómenos. As erupções vulcânicas são  frequentemente precedidas por sismos de magnitude pouco elevada.</p>
<p>Activos, dormentes ou extintos?</p>
<p>Não existe um consenso entre os vulcanologistas para definir o que é um vulcão &#8220;activo&#8221;.  O tempo de vida de um vulcão pode ir de alguns meses até alguns milhões de anos.  Por exemplo, em vários vulcões na Terra ocorreram várias erupções nos últimos  milhares de anos mas actualmente não dão sinais de actividade.<br />
Shiprock, erosão remanescente da garganta de um vulcão extinto.</p>
<p>Alguns cientistas consideram um vulcão activo quando está em erupção ou mostra  sinais de instabilidade, nomeadamente a ocorrência pouco usual de pequenos  sismos ou novas emissões gasosas significativas. Outros consideram um vulcão  activo aquele que teve erupções históricas. É de salientar que o tempo histórico  varia de região para região. Enquanto que no Mediterrâneo este pode ir até 3000  anos atrás, no Pacífico Noroeste dos Estados Unidos vai apenas até 300 anos  atrás.</p>
<p>Vulcões dormentes são considerados aqueles que não se encontram actualmente em  actividade (como foi definido acima) mas que poderão mostrar sinais de  perturbação e entrar de novo em erupção.</p>
<p>Os vulcões extintos são aqueles que os vulcanólogos consideram pouco provável  que entrem em erupção de novo, mas não é fácil afirmar com certeza que um vulcão  está realmente extinto. As caldeiras têm tempo de vida que pode chegar aos  milhões de anos, logo é difícil determinar se um irá voltar ou não a entrar em  erupção, pois estas podem estar dormentes por vários milhares de anos.</p>
<p>Por exemplo a caldeira de Yellowstone, nos Estados Unidos, tem pelo menos 2  milhões de anos e não entrou em erupção nos últimos 640.000 anos, apesar de ter  havido alguma actividade há cerca de 70.000 anos. Por esta razão os cientistas  não consideram a caldeira de Yellowstone um vulcão extinto. Pelo contrário, esta  caldeira é considerada um vulcão bastante activo devido à actividade sísmica,  geotermia e à elevada velocidade do levantamento do solo na zona.</p>
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		<title>Cultura.. &#8211; Principais conceitos &#8211; Cultura em animais..</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 22:08:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Cultura (do latim cultura, cultivar o solo, cuidar) é um conceito desenvolvido inicialmente pelo antropólogo Edward Burnett Tylor para designar o todo complexo e metabiológico criado pelo homem [1]. São práticas e ações sociais que seguem um padrão determinado no espaço. Se refere a crenças, comportamentos, valores, instituições, regras morais que permeiam e identifica uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img src="http://1.bp.blogspot.com/__WWGLjstPZM/SjwLHnkEUJI/AAAAAAAAEY8/i3TmVij41Pc/s400/cultura.jpg" border="0" alt="" width="223" height="229" align="left" /></p>
<p><strong>Cultura</strong> (do latim cultura, cultivar o solo, cuidar) é um conceito  desenvolvido inicialmente pelo antropólogo Edward Burnett Tylor para designar o  todo complexo e metabiológico criado pelo homem [1]. São práticas e ações  sociais que seguem um padrão determinado no espaço. Se refere a crenças,  comportamentos, valores, instituições, regras morais que permeiam e identifica  uma sociedade. Explica e dá sentido a cosmologia social, é a identidade própria  de um grupo humano em um território e num determinado período.</p>
<p><span style="font-size: medium;">Principais conceitos</span><br />
Na sua primeira acepção, cultura é um termo que vem do alemão e que é oriundo de  palavras como &#8220;folk&#8221; e &#8220;kulture&#8221; que quer dizer povo(agricultura)<br />
Voltaire, um dos poucos pensadores franceses do século XVIII partidários de um  concepção relativista da história humana.<br />
<span id="more-4"></span><br />
Diversos sentidos da palavra variam consoante a aplicação em determinado ramo do  conhecimento humano.</p>
<p>* Agricultura &#8211; sinônimo de cultivo.</p>
<p>* Ciências sociais &#8211; (latu sensu) é o aspecto da vida social que se  relaciona com a produção do saber, arte, folclore, mitologia, costumes, etc.,  bem como à sua perpetuação pela transmissão de uma geração à outra.</p>
<p>* Sociologia &#8211; o conceito de cultura tem um sentido diferente do senso  comum. Sintetizando simboliza tudo o que é aprendido e partilhado pelos  indivíduos de um determinado grupo e que confere uma identidade dentro do seu  grupo que pertença. Na sociologia não existem culturas superiores, nem culturas  inferiores pois a cultura é relativa, designando-se em sociologia por  relativismo cultural, isto é, a cultura do Brasil não é igual à cultura  portuguesa, por exemplo: diferem na maneira de se vestirem, na maneira de  agirem, têm crenças, valores e normas diferentes&#8230; isto é, têm padrões  culturais distintos.</p>
<p>* Filosofia &#8211; cultura é o conjunto de manifestações humanas que contrastam  com a natureza ou comportamento natural. Por seu turno, em biologia uma cultura  é normalmente uma criação especial de organismos (em geral microscópicos) para  fins determinados (por exemplo: estudo de modos de vida bacterianos, estudos  microecológicos, etc.). No dia-a-dia das sociedades civilizadas (especialmente a  sociedade ocidental) e no vulgo costuma ser associada à aquisição de  conhecimentos e práticas de vida reconhecidas como melhores, superiores, ou  seja, erudição; este sentido normalmente se associa ao que é também descrito  como “alta cultura”, e é empregado apenas no singular (não existem culturas,  apenas uma cultura ideal, à qual os homens indistintamente devem se enquadrar).  Dentro do contexto da filosofia, a cultura é um conjunto de respostas para  melhor satisfazer as necessidades e os desejos humanos. Cultura é informação,  isto é, um conjunto de conhecimentos teóricos e práticos que se aprende e  transmite aos contemporâneos e aos vindouros. A cultura é o resultado dos modos  como os diversos grupos humanos foram resolvendo os seus problemas ao longo da  história. Cultura é criação. O homem não só recebe a cultura dos seus  antepassados como também cria elementos que a renovam. A cultura é um fator de  humanização. O homem só se torna homem porque vive no seio de um grupo cultural.  A cultura é um sistema de símbolos compartilhados com que se interpreta a  realidade e que conferem sentido à vida dos seres humanos.</p>
<p>* Antropologia &#8211; esta ciência entende a cultura como o totalidade de padrões  aprendidos e desenvolvidos pelo ser humano. Segundo a definição pioneira de  Edward Burnett Tylor, sob a etnologia (ciência relativa especificamente do  estudo da cultura) a cultura seria “o complexo que inclui conhecimento, crenças,  arte, morais, leis, costumes e outras aptidões e hábitos adquiridos pelo homem  como membro da sociedade”. Portanto corresponde, neste último sentido, às formas  de organização de um povo, seus costumes e tradições transmitidas de geração  para geração que, a partir de uma vivência e tradição comum, se apresentam como  a identidade desse povo.</p>
<p>O uso de abstração é uma característica do que é cultura: os elementos culturais  só existem na mente das pessoas, em seus símbolos tais como padrões artísticos e  mitos. Entretanto fala-se também em cultura material (por analogia a cultura  simbólica) quando do estudo de produtos culturais concretos (obras de arte,  escritos, ferramentas, etc.). Essa forma de cultura (material) é preservada no  tempo com mais facilidade, uma vez que a cultura simbólica é extremamente  frágil.</p>
<p>A principal característica da cultura é o chamado mecanismo adaptativo: a  capacidade de responder ao meio de acordo com mudança de hábitos, mais rápida do  que uma possível evolução biológica. O homem não precisou, por exemplo,  desenvolver longa pelagem e grossas camadas de gordura sob a pele para viver em  ambientes mais frios – ele simplesmente adaptou-se com o uso de roupas, do fogo  e de habitações. A evolução cultural é mais rápida do que a biológica. No  entanto, ao rejeitar a evolução biológica, o homem torna-se dependente da  cultura, pois esta age em substituição a elementos que constituiriam o ser  humano; a falta de um destes elementos (por exemplo, a supressão de um aspecto  da cultura) causaria o mesmo efeito de uma amputação ou defeito físico, talvez  ainda pior.</p>
<p>Além disso a cultura é também um mecanismo cumulativo. As modificações trazidas  por uma geração passam à geração seguinte, de modo que a cultura transforma-se  perdendo e incorporando aspectos mais adequados à sobrevivência, reduzindo o  esforço das novas gerações.</p>
<p>Um exemplo de vantagem obtida através da cultura é o desenvolvimento do cultivo  do solo, a agricultura. Com ela o homem pôde ter maior controle sobre o  fornecimento de alimentos, minimizando os efeitos de escassez de caça ou coleta.  Também pôde abandonar o nomadismo; daí a fixação em aldeamentos, cidades e  estados.</p>
<p>A agricultura também permitiu o crescimento populacional de maneira acentuada,  que gerou novo problema: produzir alimento para uma população maior.  Desenvolvimentos técnicos – facilitados pelo maior número de mentes pensantes –  permitem que essa dificuldade seja superada, mas por sua vez induzem a um novo  aumento da população; o aumento populacional é assim causa e conseqüência do  avanço cultural .</p>
<p><span style="font-size: medium;">Cultura em animais</span></p>
<p>É possível, na opinião de alguns cientistas, identificar uma “espécie de  cultura” em alguns animais superiores, especialmente mamíferos (e dentro destes,  especialmente primatas). Toda esta “espécie de cultura” é muito diferente da que  se identifica na espécie humana. Sendo ainda muito inferior à humana, é  unicamente física, não englobando qualquer sinal comprovativo de aplicação  racional, mas do entendimento. Enquanto os animais inferiores utilizam-se de  adaptações físicas e biológicas para resistir aos perigos do meio (por exemplo,  reprodução exagerada para manter a espécie &#8211; contorna as facilidades na extinção  de indivíduos), grupos como os primatas utilizam-se do comportamento adaptável  para sobreviver. Os primatas possuem como características fundamentadoras destas  opiniões: o uso de instrumentos toscos (para quebrar cascas de alimentos, para  se defender), a transmissão para os filhotes de conhecimento.</p>
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